domingo, 14 de abril de 2013

Cigarro



Cigarro- Riscos para Saúde

Cigarro é uma pequena quantidade de tabaco (nicotina) enrolada em papel ou palha.  A nicotina é responsável pelos efeitos prazerosos do cigarro, pela dependência, pelo cheiro e cor marrom característicos do tabaco. Além da nicotina presentes nas folhas do tabaco, cerca de 4.000 compostos são produzidos pela queima do cigarro, sendo o mais importante o alcatrão, que  é cancerígeno.
O uso do fumo provoca muitas doenças tais como: doenças isquêmicas do coração, isquemias ou hemorragias cerebrais, doenças pulmonar obstrutiva crônica e cânceres de pulmão, boca, laringe, esôfago e bexiga. Essas doenças são relacionadas ao uso crônico do fumo levando a morte de homens e mulheres.
É fato que as crianças fumantes têm menos freqüência na escola e mais propensão a doenças pulmonares. Começam a fumar muito cedo porque vêem os adultos fumando. Estatísticas brasileiras revelam que é comum o uso do cigarro na escola desde o 1º grau, tornando um número mais significativo de estudantes do. 2º grau. Nos dias de hoje as meninas fumam mais que os meninos, e filhos de pais fumantes fumam mais do que os não fumantes.
O hábito de fumar é muito freqüente na população do mundo. A associação do cigarro com imagens de pessoas bem sucedidas, jovens, desportistas é uma constante nos meios de comunicação. A propaganda é um dos principais fatores que estimulam o uso do cigarro. Por outro lado, os programas e controle do tabagismo vêm recebendo um destaque cada vez maior em vários países, ganhando apoio da população em grande parte.
O Instituto Nacional de Câncer- INCA, Órgão do Ministério da Saúde através da Coordenação Nacional de Controle do Tabagismo  e Prevenção Primária de Câncer- CONTAPP, vem controlando o tabagismo,  coordenando uma rede 27 coordenadores estaduais, capacitando recursos humanos, desenvolvendo pesquisas, elaborando livros didáticos, folhetos, cartazes e adesivos sobre  o cigarro. Além disso, vem prestando assessoria técnica nos projetos de lei sobre o tabagismo que tramitam no Congresso Nacional e participa de Congressos das demais áreas de conhecimento referentes ao tabagismo.
Muito se tem feito para reverter à presença do cigarro na escola tornando-se necessário desde cedo a escola conscientizar os alunos do prejuízo causado pelo uso do tabagismo. O professor pode ajudar os alunos através do exemplo quer seja fumante ou não. Não sendo fumante, pode normalmente trabalhar o conteúdo do tabagismo em sala de aula e incluir em todas as disciplinas assuntos que provoquem questionamentos e o entendimento real do perigo que o cigarro represente. Sendo fumante o professor pode citar seu exemplo para falar dos males e toda a dificuldade que passa como dependente do tabaco.
Um estudo realizado em 1993 pela Agência para Proteção do Meio Ambiente concluiu que a fumaça de cigarro no ambiente é um carcinógeno do Grupo A, o mais perigoso, trazendo riscos de contrair câncer de pulmão ou doenças cardíacas aos não fumantes. O fumo e seus derivados são considerados drogas de alta periculosidade a saúde humana. Muitas vidas são ceifadas pelos malefícios do fumo a cada instante. Entretanto, estatísticas sobre o uso do cigarro reelam que bilhões de dólares são faturadas na indústria  por ano e milhares de horas de propaganda a favor do fumo são transmitidas nos meios de comunicação buscando a cada dia novos mercados consumidores. É lamentável esse quadro!
                                                                                               Marinalva C. Nunes

Bullying Educacional

Bullying

Bullying é uma situação evidenciada por atos agressivos verbais ou físicos de maneira reincidente por parte de um ou mais alunos contra um ou mais colegas, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de força  ou poder.
O bullying pode ser dividido de duas formas: direto, mais comum entre os agressores do sexo masculino; indireto, mais comum entre mulheres e crianças, tendo como características o isolamento social da vítima. Devido às ameaças ou violência física ou sexual, ou a perda de meios de subsistência a vitima geralmente tem medo do agressor (a).
O bullying é um problema mundial, podendo ocorrer na escola, faculdade/universidade, família, no local de trabalho e entre vizinhos. As escolas tendem desconhecer esse problema ou se recusam a enfrentá-lo. Esse tipo de agressão em geral ocorre em locais onde a presença da supervisão de pessoas adultas é mínima ou inexistente. Incluem-se no bullying os apelidos pejorativos para humilhar os colegas.
Os atos de bullying ferem princípios constitucionais como o respeito á dignidade na pessoa humana, ferem o Código Civil que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. O responsável pelo ato de bullying pode também ser enquadrado no Código de Defesa do Consumidor considerando que as escolas prestam serviços aos consumidores e são responsáveis por atos de bullying que ocorram dentro da escola/trabalho.
No Brasil têm registros de casos de violência podendo ser destacados casos que chocou o país. Em 2010 um estudante com 15 anos de idade foi morto com um tiro nas costas quando descia de um ônibus na zona norte de Porto Alegre por ser vítima de piadas dos colegas na escola e, por isso teria agredido um colega, amigo do rapaz (também menor de idade), que confessou o crime. Em 2011 um ex-estudante de uma escola Municipal de Realengo-Rio de Janeiro, vitima de bulyling  nos anos em que estudou nessa escola  voltou para abrir fogo contra os alunos, matando 12 deles. Ex-colegas de classe do atirador disseram ao jornal O Globo que o criminoso sempre apresentou distúrbios de comportamento  e sofria constantes intimidações de alunos da sua turma.
Além de haver alguns casos com desfechos trágicos, como os citados, esse tipo de prática é preocupante por atingir faixas etárias cada vez mais baixas, como crianças dos primeiros anos da escolarização. Dados recentes mostram sua difusão por todas as classes sociais e apontam uma tendência para o aumento rápido desse comportamento com o avanço da idade dos alunos.                                                                               
                                                                                                       Maridete C. Nunes

sábado, 13 de abril de 2013

Droga na Escola



ABORDAGEM SOBRE DROGA NA ESCOLA


Sabe-se com tristeza que na comunidade escolar o envolvimento com droga  tem se desenrolado com muita rapidez e muitas vidas jovens têm sido prejudicadas e até mesmo muitas famílias se encontram enlutadas.


Em  tempo mínimo a situação se torna tão séria e constrangedora que domina a vontade do jovem desestimulando-o para outras atividades que tanto admirava e participava, perdendo sua motivação pelos estudos, pela família, pelas atividades sociais e religiosas, valorizando apenas o uso da droga.

Segundo o prof. Antonio mourão Cavalcante um grande mestre dedicado à ação comunitária  e ao bem estar das famílias "O  produto e o sujeito formam um duo inseparável. Sem perspectivas, a vida passa a girar somente em torno da droga, agravando continuadas formas de marginalização: prostituição, o roubo, a delinquência"

Para a família é uma situação muito traumatizante ,  ter um filho viciado em droga. O pior é que a presença da droga leva à desestruturação familiar. Cabe aos professores e aos pais evitar o discurso moralista, mobilizar todas as forças vivas da comunidade, investir na formação de recursos humanos, contando com o apoio divino, e assim todos juntos  lançando mão da  oração intercessória por todos os jovens e espírito de perseverança, aguardando com paciência, fé e amor, com certeza,  resultados gratificantes serão alcançados.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Prevenção da Saúde


Pequenas mudanças de comportamento promovem um grande impacto na saúde

Saúde é uma questão importante que, em geral, ninguém está preocupado, até que surge a necessidade de se fazer uma visita ao médico.
Nesse momento percebemos que tivemos pouco cuidado com a saúde, que não pensamos no que deveríamos ou não comer, nos exercícios que devemos fazer, nas noites de sono.
Os meios mais simples de prevenção das doenças crônicas incluem um pouco de disciplina e atenção aos comportamentos do dia-a-dia, como ter uma alimentação saudável (consumir menos gorduras, açúcares e sal), praticar atividades físicas regularmente, diminuir o estresse, parar de fumar, evitar o álcool e dormir bem.


terça-feira, 13 de novembro de 2012

A Saúde do Professor


Considerando as dificuldades do professor no exercício da profissão e a interferência no contexto fora da escola na saúde deste, foi debatido esse tema na série Saúde e Educação no ano de 2008 no Programa Salto para o Futuro/TV Escola (SEED/MEC) na perspectiva de mostrar estratégias para um novo olhar nesse sentido.
O programa apresentou a importância de visualizar o professor como um agente de promoção na saúde na escola na perspectiva dos alunos, da comunidade escolar e de si mesmo, e como um ser integrante de uma grande rede de apoio social. Abordou-se a qualidade de vida e o cuidado que requer na prática docente a partir dos elementos significativos de cuidados como: tempo de trabalho, cuidado com a voz, condições fisicas e emocionais do corpo fisico e emocional do trabalho.
A escola é parte da sociedade e e a produção do problema transmitido e construído, é também cercada pelas relações sociais apreendidas e vivenciadas ali. Nosso passado, por vezes positivo e feliz ou dificil e sofrido são permeados pelo mundo escolar e faz parte da nossa consolidação como atores politicos quanto as mais diferentes áreas da vida.
Produzir uma escola mais saudável, onde existe o diálogo para a construção do conhecimento é um caminho fácil de ser construído. O diálogo entre a comunidade e a escola, entre os alunos e professores podem ser caminhos mais curtos para uma escola promotora de encontros construtivos e solidários e, assim, o conteúdo adquirido será um meio e não o fim do trabalho escolar. A escola deve ter a finalidade de garantir e fortalecer capacidades humanas de aprender a conviver em uma sociedade que se fundamenta sobretudo no diálogo e afeto.


Saúde na Escola

Notícia
Resultado de uma parceria, iniciada em 2008, entre os Ministérios da Saúde e da Educação, o Programa Saúde nas Escolas (PSE) tem o objetivo de promover a saúde dos alunos brasileiros de escolas públicas. As equipes vinculadas ao programa desenvolvem ações nas escolas de sua área de cobertura.
De acordo com o Ministério da Saúde, apenas nas cidades abarcadas pelo Plano Brasil Sem Miséria em 2011, um total de 3.725 equipes do Programa Saúde da Família devem se vincular ao Saúde na Escola. Em 2014, esse número deve subir para 7.500.
O Programa Saúde nas Escolas está estruturado em quatro blocos. O primeiro consiste na avaliação das condições de saúde, envolvendo estado nutricional, incidência precoce de hipertensão e diabetes, saúde bucal (controle de cárie), acuidade visual e auditiva e avaliação psicológica do estudante.
O segundo trata da promoção da saúde e da prevenção, que trabalhará as dimensões da construção de uma cultura de paz e combate às diferentes expressões de violência, consumo de álcool, tabaco e outras drogas. Também neste bloco há uma abordagem à educação sexual e reprodutiva, além de estímulo à atividade física.
O terceiro bloco do programa é voltado à educação permanente e capacitação de profissionais e de jovens. O último bloco de atuação do programa prevê o monitoramento e a avaliação da saúde dos estudantes por intermédio de duas pesquisas.
O tempo de execução de cada parte deve ser planejado pela Equipe de Saúde da Família, levando em conta o ano letivo e o projeto político-pedagógico da escola. As ações previstas no Saúde nas Escolas serão acompanhadas por uma comissão de educação e de saúde, formada por pais, professores e representantes da saúde, que poderão ser os integrantes da equipe de conselheiros locais.

domingo, 22 de julho de 2012

Educação e Saúde União Incontestável



A importância da união entre Educação e Saúde é evidente e incontestável, pois objetiva o progresso e bem estar do aluno e família. O professor deve estar interessado na aprendizagem e ser um observador das alterações de comportamentos e disciplina dos seus alunos, e como um exímio educador deve manter um relacionamento amigável e confiante com eles, buscando uma boa relação com os mesmos. Será bem mais fácil com tal postura, desenvolver suas atividades educacionais a contento, nunca necessitando lançar mão de recursos nocivos como o autoritarismo, e nunca olvidar o seu nobre papel de mediador, evitando assim que o aluno se desanime, e desista de ir à escola, perdendo assim o gosto de estudar interrompendo sua carreira estudantil.
Recentemente ocorreu em Fortaleza, um episódio digno de nota que comprova a importância do professor estar atento às necessidades de cada aluno e se interessar na saúde do mesmo para ter mais sucesso nos estudos. Uma aluna do Curso Fundamental I, com 07 anos de idade, não atendia a determinação da professora em se posicionar nas últimas carteiras mesmo tendo uma boa estatura. A aluna não atendia à exigência da professora, e sempre que podia, sentava-se à frente e copiava suas tarefas.
A professora irritada tomou a atitude de castigá-la em caso de reincidência impedindo-a de ir para o recreio. A aluna muito triste disse para mãe que não queria ir mais para a escola. A mãe tentou fazê-la mudar de idéia, mas não conseguindo, resolveu ir à escola para falar com a professora, julgando que a menina houvesse praticado algo errado e estivesse fugindo para não ser castigada. Chegando à escola a mãe tomou conhecimento do fato através da professora que alegou desobediência da garota quanto a sua determinação.
A mãe da aluna repreendeu-a diante da professora e perguntou o motivo da desobediência  tendo esta respondido com lágrimas que não enxergava bem do local onde a professora queria que ficasse. Naquele momento a professora reconheceu o quanto poderia ter ajudado a aluna, detectando o problema precocemente, utilizando um diálogo carinhoso e amigável, e assim orientou a mãe da garota a procurar o Centro de Saúde para ser encaminhada ao oftalmologista.
A mãe da aluna tomou as providências necessárias e o médico após alguns testes oftalmológicos concluiu que o quadro apresentado era por demais sério e que a acuidade visual do olho direito estava com muita deficiência, não estava enxergando quase nada e no olho esquerdo precisava de nove graus.
O tratamento foi iniciado e espera-se que a médio ou a longo prazo se obtenha um resultado satisfatório.
                                                                                      Eny de Carvalho Nunes